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Ikea duplicou utilização de algodão sustentável em 2013

por Mäyjo, em 19.11.14

Em 2013, a cadeia de mobiliário Ikea utilizou 79 mil toneladas de algodão de fontes sustentáveis – de um total de 110 mil toneladas de algodão usado em 2013. A multinacional sueca, que utiliza cerca de 0,6% de todas as plantações de algodão do mundo, aumentou de 34 para 72%, de 2012 para 2013, a utilização de algodão obtido de fontes sustentáveis.

Estes números têm como pano de fundo uma parceria entre a Ikea e a WWF na Better Cotton Initiative (bcI), uma organização independente que assume critérios sociais e ambientais para a produção de algodão sustentável. A Ikea é, de resto, fundadora da associação.

A indústria de algodão é conhecida pelo uso intensivo de água, químicos pesticidas, fertilizantes e problemas ligados ao trabalho infantil – e a sua sustentabilidade é uma das dores de cabeça para empresas como a Ikea.

De acordo com Guido Verijke, presidente da bcI e trabalhador da Ikea, a empresa sueca estava perante três possibilidades: abandonar a compra de algodão, migrar a produção para países seguros, como os Estados Unidos, ou trabalhador com os produtores originais numa estratégia de longo prazo em prol do algodão sustentável: “A Ikea é suficientemente grande para mudar as coisas, por isso decidimos trabalhar com a WWF e resolver o problema”, explicou.

A empresa sueca está também a caminhar no sentido da utilização mais eficiente do algodão – a Ikea está a lançar um projecto para uniformizar a forma como constrói os tecidos, com vista a reduzir a quantidade de algodão precisa para construir uma tecido até 15%.

 

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publicado às 22:17

Indústria em Portugal

por Mäyjo, em 23.05.14

 

 

 

in: Metro 30/10/13

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publicado às 14:45

Ser referência a nível global

por Mäyjo, em 14.05.14

 

in: Metro 5/12/13

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publicado às 11:46

Adidas lança ténis de papelão reciclado em Abril de 2014

por Mäyjo, em 04.03.14

Adidas lança ténis de papelão reciclado em Abril de 2014 (com FOTOS)

 

A marca alemã Adidas vai lançar no mercado, em Abril próximo, cinco novos diferentes de ténis feitos a partir de papelão reciclado. Entre os modelos está um de corrida, o ZX8000.

Segundo o agregador O Meu Bem Estar (OMBE), a Adidas terá negociado uma parceria com o designer britânico Chris Anderson, tendo como objectivo criar um novo modelo de ténis feitos a partir de papelão reciclado. Para já, a marca anunciou que serão produzidas versões sustentáveis de cinco modelos diferentes de ténis, que começarão a ser comercializados a partir de Abril de 2014.

Os ténis serão feitos de papelão, inclusive os logótipos da marca e as palmilhas, e terão um conforto idêntico aos modelos convencionais, garante a marca. Irão, também, utilizar apenas cola não tóxica, fita adesiva – para unir todas as partes – e cordel que irá substituir os atacadores convencionais.

De acordo com a Adidas, para já serão apenas fabricadas versões sustentáveis dos modelos Campus e Stan Smith – adequados para skateboarding – , Superstar Shelltoe, ZX700 e do modelo de corrida ZX8000.

O agregador OMBE alerta ainda para o facto de um grupo de especialistas se ter já manifestado quanto à viabilidade comercial do produto, sobretudo porque o papelão é resistente, mas não deixa de exigir cuidados redobrados nos dias de chuva e nos terrenos molhados.

Os ténis, cujo preço ainda não foi revelado, serão produzidos em larga escala, fazendo parte da colecção Primavera/Verão na Europa e nos EUA.

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publicado às 23:12

A história da água engarrafada

por Mäyjo, em 25.02.14

Pra quem é muito jovem pra se lembrar, a garrafinha d´água é uma invenção relativamente recente.

Antigamente, se alguém dissesse que queria vender água engarrafada, provavelmente achavamos uma ideia maluca, tipo vender areia na praia. Isso até eles a indústria ter criado um plano para nos fazer acreditar que precisavamos disso.

 

 

Para ver e pensar...

 

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publicado às 18:57

GreenBoots: as botas feitas com pneus reciclados que vão de Leiria até Moscovo

por Mäyjo, em 17.02.14

GreenBoots: as botas feitas com pneus reciclados que vão de Leiria até Moscovo (com VÍDEO)

 

No Norte do País está o grosso da indústria portuguesa de calçado, mas é de Leiria que chega a GreenBoots, uma marca de calçado feito à mão e que utiliza, entre outras matérias-primas, a borracha reciclada dos pneus, que é trabalhada e transformada em solas.

O projecto de Pedro Olaio, de 44 anos, Luís Lourenço (48) e Inês Cunha (37) ainda está a dar os primeiros passos, mas o futuro parece risonho para a marca que aposta na sustentabilidade e fabrico à mão para se diversificar no mercado.

“As botas utilizam borracha de pneu reciclado e fazemos o aproveitamento de vários restos e desperdícios [da indústria], como as palmilhas de pele. A GreenBoots não é apenas o nome, demonstra também o cuidado que temos com o ambiente”, explicou ao Economia Verde o designer e gestor comercial, Pedro Olaio.

Na verdade, as GreenBoots não são mais do que uma tradição recuperada, apesar da marca ter sido lançada no início de 2013. “Fomos buscar às origens o que já era utilizado antigamente – as solas [são feitas de pneu reciclado]. Agora, elas são ainda mais resistentes e confortáveis. Depois, basta reinventar a história”, frisa o designer.

A génese da marca está em 1955, na fábrica do mestre José Rodrigues. É deste tempo que vem a arte de fabricar as actuais GreenBoots. As botas são fabricadas à mão por artesões de uma fábrica da Benedita, às portas de Leiria, e já chegaram às lojas de Moscovo (Rússia), Londres (Reino Unido) ou Roma (Itália).

Em Portugal, as GreenBoots já se vendem em algumas lojas, podendo também serencomendadas através de internet. O preço, porém, não é para todos: algumas botas podem custar entre €90 e €150.

 

 

in: Green Savers

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publicado às 16:28

Viseu: maçã rejeitada é desidratada e transformada em snacks saudáveis

por Mäyjo, em 03.11.13

Viseu: maçã rejeitada é desidratada e transformada em snacks saudáveis (com VÍDEO)

 

Na Quinta de Vilar, em Viseu, várias toneladas de maçã são rejeitadas pelo mercado e acabavam, invariavelmente, na lista dos desperdícios alimentares que tantas vezes criticamos no nosso agregador.

Foi então que Eva Raimann Cabral, a proprietária, começou a pesquisar sobre o que fazer com uma maçã que, afinal, tinha boas capacidades organolépticas. Com várias opções em mãos, Eva optou pela maçã desidratada, um snack que não é propriamente inovador, mas suficiente para acabar com o desperdício alimentar na Quinta do Vilar.

O projecto evoluiu e transformou-se na marca Fruut, um snack que chega agora ao mercado e que reflecte as maçãs rejeitadas de 42 hectares de cultivo.

Na Quinta do Vilar, as primeiras maçãs nasceram em 1967. Hoje, apanham-se 1.800 toneladas – entre as quais, 150 toneladas de granny smith, uma variedade pouco habitual em Portugal.

A apanha é manual, o sistema de rega é gota-a-gota e a origem é natural e 100% portuguesa. É aqui, também, que as maçãs do Fruut são fatiadas, secas e embaladas.

marca Fruut não tem nenhum tipo de adição e, claro, é saudável. “Essa é a grande proposta de valor. Oferecemos diversão, um produto crocante, saboroso, mas que não faz mal”, explicou ao Economia Verde Filipe Simões, responsável pela área comercial da Fruut – que já está a pensar em expandir o produto para outros sabores.

 

in:Green Savers

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publicado às 18:49

nae: a marca de sapatos portuguesa com filosofia vegan ecológica

por Mäyjo, em 25.10.13

nae: a marca de sapatos portuguesa com filosofia vegan ecológica (com FOTOS)

 

A portuguesa Paula e Alejandro Pérez conheceram-se em Portugal, quando o jovem espanhol veio estudar para Portugal. Casaram-se e, sem qualquer ligação à indústria do calçado, acabaram por fundar a marca nae em 2008, como teste à sua veia de empreendedores.

“A nae é uma marca de sapatos portuguesa nascida em 2008, com uma filosofia vegan e ecológica. Ou seja, os nossos sapatos são fabricados a partir de materiais ecológicos, amigos do ambiente e, claro, sem recorrer a materiais de origem animal”, explicou ao Green Savers Paula Pérez.

Até 2008, a maior ligação dos fundadores da nae aos valores da marca baseava-se no facto de Paula ser vegan e não usar peles. A sua experiência permitiu perceber que existia uma lacuna no mercado. “Não existia nenhuma marca que não utilizasse pele e oferecesse peças com design e qualidade”, recorda Paula.

A nae utiliza sobretudo borracha natural, cortiça, linho e algodão orgânico, para além de microfibras biodegradáveis. Na verdade, e apesar do nicho que os sapatos vegan representam, desde 2008 que a marca aumenta o número de sapatos vendidos. Em 2012, a nae vendeu cerca de 3.500 pares – a facturação foi de €250 mil –, sendo que a expectativa para 2013 é ultrapassar este número.

Presente em nove países – Austrália, Áustria, Canadá, Alemanha, Itália, Holanda, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos – a nae está ainda em cinco lojas multimarca em Portugal: duas em Coimbra, em Castelo Branco, Funchal e Batalha.

“Queremos apostar, por um lado, na contínua expansão do mercado internacional, marcando [também] uma maior presença no mercado europeu, onde há mais potencial. Por outro lado, gostaríamos de aumentar a presença nas lojas multimarcas nacionais”, explica Paula.

Acompanhe a nae no Facebook.

Com três pessoas a trabalhar a tempo inteiro, a marca sub-contrata para as áreas de design, transporte, logística e marketing. É nesta última área, aliás, que está um dos grandes desafios da marca: tentar mostrar aos consumidores que existe uma alternativa ao calçado e à indústria convencional, que ainda utiliza produtos de origem animal.

“Queremos responder a uma franja de mercado cada vez mais significativa, que se mostra preocupada com as questões ambientais. A alternativa passa por utilizar outros produtos, mais amigos do ambiente mas que mantenham a qualidade e design  dos modelos”, conclui a responsável.

 

in: Green Savers

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publicado às 07:11

Bangladesh: novo incêndio em fábrica têxtil mata dez pessoas

por Mäyjo, em 11.10.13

Bangladesh: novo incêndio em fábrica têxtil mata dez pessoas

 

É um verdadeiro deja vu o que se passou ontem à noite no distrito de Gazipur, Bangladesh: um incêndio destruiu parte de uma fábrica têxtil e matou dez pessoas. Segundo os media locais, outras 50 pessoas ficaram feridas.

O fogo deflagrou na fábrica Aswad Composite Mills, em Sripur, tendo-se espalhado para outros dois edifícios, também de fabrico de têxteis e detidos pelo Palmal Group.

A indústria têxtil paquistanesa vale €14,7 mil milhões (R$ 44 mil milhões) e emprega quatro milhões de pessoas, sendo também responsável por 80% das exportações do País.

Em Abril, recorde-se, o colapso de um edifício em Savar levou à morte de 1.127 trabalhadores. Em Novembro de 2012, um fogo destruiu uma fábrica da Tazreen Fashions, nos arredores de Daca, matando 112 pessoas.

Recorde-se que várias multinacionais da indústria da moda têm sido severamente criticadas pelas condições de trabalho que os seus fornecedores asiáticos proporcionam aos colaboradores.

De acordo com o Worker Rights Consortium, um grupo que investiga as condições de trabalho em fábricas de todo o mundo, se os cidadãos dos países desenvolvidos pagassem mais €0,08 por cada peça de roupa, poderiam ajudar a salvar centenas de vidas.

 

Foto: Sob licença Creative Commons


in: http://greensavers.sapo.pt/2013/10/09/bangladesh-novo-incendio-em-fabrica-textil-mata-dez-pessoas/

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publicado às 16:23

Regresso da indústria da resina cria empregos e valoriza floresta em Trás-os-Montes

por Mäyjo, em 09.10.13

Regresso da indústria da resina cria empregos e valoriza floresta em Trás-os-Montes (com VÍDEO)

 

Em tempos não muito distantes – três décadas –, Portugal era o segundo maior exportador de resina do mundo, com cerca de 140 mil toneladas. No entanto, a concorrência chinesa e brasileira, que fez baixar o preço, e o abandono, no nosso País, do sector primário, quase acabaram com o sector.

Hoje, Portugal é o segundo maior importador de resina, uma situação caricata mas que muitos querem agora mudar. A gritante falta de emprego no interior português levou a que muitos encontrassem na extracção de resina uma oportunidade. O Economia Verde que hoje aqui lhe trazemos, que reflecte a realidade de Trás-os-Montes, é um desses exemplos.

Paula Pinto, que sempre se dedicou à agricultura, explicou ao Economia Verde que há anos procurava um trabalho fixo. Agora, como resineira, conseguiu finalmente o seu objectivo. E para além de criar emprego numa região com 17,2%, a resinagem valoriza a floresta.

“As pessoas começam a sentir a floresta como um bem de lazer e qualidade do ar, mas também com um interesse económico, um sustento e rendimento”, explicou ao Economia Verde Duarte Marques, presidente da Aguiar Floresta.

Um pinheiro médio pode produzir cerca de quatro quilos de resina por ano, que depois é vendida a 90 cêntimos por quilo. Depois, ela servirá para produzir colas, vernizes, pastilhas, gomas, elásticos, perfumes ou cremes. A sua grande concorrência são os derivados de petróleo, uma opção altamente insustentável.

 

in: Green Savers

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publicado às 19:00


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